Data: octubre 15, 2012 | 20:40

Jornalista boliviano vende jornais em lado brasileiro de ponte para não ser preso em Cobija

Llegando a la ciudad brasileña de Epitaciolandia, la mañana del domingo 14 de octubre.

© Alexandre Lima | O Alto Acre

O jornalista boliviano Wilson Garcia Mérida, juntamente com sua esposa, Silvia Antelo Aguilar, realizaram um protesto contra o governo da Bolívia, tentando vender exemplares do jornal impresso “Sol de Pando”, devido não poder exercer a profissão naquele País.

Segundo o casal, não aceitou as normas impostas por algumas autoridades do departamento (Estado) de Pando e do ministro de governo Juan Ramon Quintana, que tentou transformar seu jornal, numa espécie de ‘boletim institucional’, somente com assuntos de interesse governamentais.

Wilson viu sua vida mudar a partir da recusa e tentou publicar notícias fazendo cobranças ao governo e mostrando algumas denuncias, chegou ao ponto de ter seus jornais confiscados para que não chegassem às bancas e serem vendidos.

Denuncia que passou a ser perseguido e teve que sair do hotel onde morava a pedido, depois que homens passaram a tirar fotos e pedir informações sobre o casal. Assustados e por medida de segurança, foram para a cidade de Brasiléia, lado brasileiro.

Durante a manhã e com jornais impressos dentro de algumas malas, foram para a ponte Wilson Pinheiro, para vender jornais. Wilson disse em coletiva à jornalistas de Cobija, que estará levando o caso às autoridades de seu País e irá solicitar garantia de vida para que possa voltar com segurança. Caso fosse necessário, iria pedir refúgio político ao Brasil e levar o caso ao Direitos Humanos Internacional.

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